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Fluxo

Da wallet ao sinal

Um endereço entra. Sai inteligência on-chain com grades A–F explicáveis. O receptor decide o que fazer com ela.

Criamos e analisamos sinais. O receptor decide.

O processo

  1. 01

    Input

    Recebe-se um endereço de wallet.

  2. 02

    Análise on-chain

    Processam-se dados de múltiplas fontes conforme o módulo (Origins, Activity, Multichain, Portfolio).

  3. 03

    Sinais + Grades

    Geram-se os sinais com grade A–F e o detalhe que permite auditar o resultado.

  4. 04

    Uso pelo receptor

    Exchange, fundo, investigador ou outro ator interpreta os sinais e toma suas próprias determinações.

Explicabilidade

Cada grade não é uma caixa-preta. A Walpulse prioriza que o receptor possa entender como o resultado foi construído.

  • Quais variáveis foram consideradas na análise.
  • Como se distribuem os fatores de risco ou maturidade.
  • Por que se chegou àquele grade — não apenas um rótulo opaco.

Isso importa quando os sinais são usados como input de análise de risco, due diligence ou investigação.

Explicabilidade

Abordagem B2B / API

A Walpulse é pensada como fonte de inteligência on-chain para equipes que monitoram wallets, avaliam risco, fazem due diligence ou investigam. Hoje o valor está nos próprios sinais: consulta por wallet e interpretação pelo receptor. A próxima camada é integrar essa inteligência aos seus processos.

Em breve

  • Dashboard para consultas de sinais por wallet a pedido do usuário.
  • API pública para integrar aos processos internos de avaliação de forma automatizada.