Input
Recebe-se um endereço de wallet.
Fluxo
Um endereço entra. Sai inteligência on-chain com grades A–F explicáveis. O receptor decide o que fazer com ela.
Criamos e analisamos sinais. O receptor decide.
Recebe-se um endereço de wallet.
Processam-se dados de múltiplas fontes conforme o módulo (Origins, Activity, Multichain, Portfolio).
Geram-se os sinais com grade A–F e o detalhe que permite auditar o resultado.
Exchange, fundo, investigador ou outro ator interpreta os sinais e toma suas próprias determinações.
Cada grade não é uma caixa-preta. A Walpulse prioriza que o receptor possa entender como o resultado foi construído.
Isso importa quando os sinais são usados como input de análise de risco, due diligence ou investigação.

A Walpulse é pensada como fonte de inteligência on-chain para equipes que monitoram wallets, avaliam risco, fazem due diligence ou investigam. Hoje o valor está nos próprios sinais: consulta por wallet e interpretação pelo receptor. A próxima camada é integrar essa inteligência aos seus processos.
Em breve